É a minha vez de usar o teu corpo, de morder cada centímetro, de te fazer sentir minha língua passeando por ele. Tu tenta fugir, diz que não pode, que só você pode provar do meu corpo… E eu digo: “Eu não faço nada que você não queira”
Tu resiste, resiste o quanto pode, mas não agüenta, já está mole, claro, são sensações diferentes...
Mas o jogo de poder é uma brincadeira deliciosa, entre fugas fingidas, entregas inusitadas, pedidos, ordens, chaves de perna, mãos presas, beijos e mordidas. Eu te tenho sob mim, invertendo a ordem do jogo que você sempre propõe. Te sinto por completo, sinto teu corpo envolvendo o meu, meus dedos, boca, língua … Enfim, o ponto final.
Nessa hora teu corpo era tão meu que palavras sussurradas no teu ouvido te fazem tremer, beijos no pescoço te fazem gemer e eu não tinha mais nenhum pingo de sono e as idéias para ocupar essa insônia fervilhavam na minha cabeça. Tu num misto de vergonha e satisfação se encaixa no meu corpo, mas agora sou quem não vai te deixar dormir.












































